Quarta e última edição do Ponto, agora online

Pag 1 - N.º4A quarta e última edição do Ponto chega finalmente ao ciberespaço. Para consulta ou download, basta clicar em “Edições” ou na aba “N.º 4 – Maio/Junho de 2013“ para aceder a todos os conteúdos nos formatos JPEG ou PDF.

Em boa verdade, esta edição começou a ser preparada no decorrer do Verão de 2012 e só agora é publicada (apenas online, até ao momento) em resultado da indefinição gerada pelas dificuldades financeiras com que a Junta de Freguesia de Cruz Quebrada-Dafundo se depara. Esta questão é, aliás, observada no respectivo editorial, página 2, que, a título explicativo, se transcreve abaixo.

Destaque, nesta última edição, para a grande entrevista a Rui Pregal da Cunha, carismático vocalista dos míticos Heróis do Mar, que cresceu no Dafundo, onde ainda reside a sua mãe; para a crónica de José António Saraiva, director do jornal Sol, e para a reportagem/entrevista de Rita Monteiro, que se deslocou à Quinta de São Mateus, no Dafundo, para conversar sobre o documentário ‘Com Que Voz’ com o residente Nicholas Oulman, filho do incontornável Alain Oulman, que também ali foi criado, no seio de uma família franco-judaica.

Em reportagem, passam-se em revista várias obras públicas de relevo que requalificam a freguesia com benefício para a população e noticia-se como, numa iniciativa inédita, a Junta de Freguesia realizou um levantamento estatístico exaustivo sobre as condições de vida dos oeirenses idosos e, assim, tem vindo a intervir proximamente junto da população mais carenciada.  São ainda notícia os vários abaixo-assinados e petições, que têm definido a resposta activa da sociedade civil para a identificação e a resolução de problemas. O Ponto destaca ainda o trabalho realizado pela Associação de Imigrantes Mundo Feliz, vocacionada para o acompanhamento de imigrantes residentes em Portugal, muito especialmente na freguesia.

Novamente, o Ponto não esquece a cultura, a educação e o desporto. Por fim, a homenagem do Prémio Mérito do jornal Ponto a Inês Filipa Lopes Borges, de 22 anos, que foi, em 2012, a melhor aluna graduada na Faculdade de Motricidade Humana (FMH), com média de 16,42 valores no curso de 1.º ciclo de Reabilitação Psicomotora. Isto e muito mais, sempre com uma pitada de entretenimento e humor. No seu jornal Ponto.

Editorial – última edição

Até logo

O editorial mais difícil. 2200 caracteres com espaços, demasiado curtos para dar aqui por concluído o projecto editorial que foi o jornal Ponto. Evitando adjectivos e advérbios de modo, exigem-se algumas considerações.

No momento em que se escreve este editorial, protelado até não mais ser possível guardar numa gaveta o trabalho feito há muito, não sei ainda se esta edição – a quarta e última – será impressa, e, caso seja, não imagino qual a tiragem. Isto deve-se ao facto de que, segundo me foi transmitido já em fase de conclusão dos trabalhos, a Junta de Freguesia de Cruz Quebrada-Dafundo poderá não dispor de verbas para a impressão em gráfica. A isto acresceram, durante todo o processo de composição desta edição, inúmeras dificuldades adicionais, como o facto de a equipa de trabalho da Junta, que também contribuía de modo relevante para a definição qualitativa do jornal – caso do Nuno Marques, que fotografava e fazia o observatório de Imprensa -, ter vindo a ser cada vez mais reduzida ao longo do tempo, também por motivos orçamentais.

Em apenas quatro edições, o Ponto contou com a colaboração de um conjunto de pessoas a quem quero deixar um especial Abraço: Álvaro Santos, Cátia Ricardo, Luís Dias, Fabrícia Pereira, Rita Monteiro, Ana Rita Nascimento, Olga Lourenço, Tiago Faquinha, Maria Aires, Hugo José, Nuno Marques e Michael Cavero. A todos um agradecimento mais do que merecido, extensível a um painel de cronistas e entrevistados de verdadeiro luxo: Guilherme Filipe, Catalina Pestana, Carlos Neto, José António Saraiva, Camané e, por fim, Rui Pregal da Cunha.

Quanto a mim, dei o que tinha e não tinha para que o Ponto cumprisse e superasse todos os objectivos a que se propôs, mesmo lutando contra as crescentes dificuldades de ordem financeira com que a Junta se vem deparando. À beira de eleições autárquicas e da decorrente extinção da freguesia, é improvável que venha quem ressuscite o Ponto, que nestes últimos quatro anos foi, orgulhoso, o jornal de Cruz Quebrada e Dafundo. Eu, o cidadão e jornalista Hugo Simões, despeço-me já com saudade dos meus estimados leitores Cruz Quebradenses e Dafundenses. Até logo.

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Sobre hugofsimoes

Jornalista
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