Jornal Ponto disponível online

O Ponto já está disponível online, para leitura ou download. Se, na barra horizontal, clicar em “Edições” ou na aba “N.º 1 – Abril/Maio 2010“, poderá aceder a todos os conteúdos da primeira edição do nosso jornal nos formatos JPEG ou PDF.

Acompanhe a realidade local e concelhia numa perspectiva fresca e única que lhe permite estar a par de novas oportunidades e actividades, em contacto próximo com as entidades locais. Destaque, nesta edição inaugural, para a inesperada e bem disposta entrevista a Catalina Pestana, para a crónica do actor Guilherme Filipe acerca do longo impasse que levou a praia da Cruz Quebrada a estar entre as “7 Ex-Maravilhas de Portugal” ou para a impugnação, por um grupo de cidadãos, do projecto imobiliário previsto na Quinta de Santa Sofia. Isto, claro, sem esquecer as vitórias admiráveis das basquetebolistas sub-14 da Simecq, a quem enviamos sentidas felicitações pela confirmada conquista do campeonato nacional, e o trabalho desenvolvido na Junta de Freguesia da Cruz Quebrada-Dafundo, onde decorrem importantes aulas de alfabetização e de português para um heterogéneo grupo de alunos oriundos de quatro continentes, alguns com mais de 70 anos. Isto e mais, como a divulgação dos valores artísticos locais, a agenda dos principais eventos culturais da região ou uma pitada de entretenimento e humor. Tudo no seu jornal Ponto.

Editorial

“Não se cala a Imprensa; cala-se o povo”

Sendo propriedade da Junta de Freguesia da Cruz Quebrada-Dafundo, o jornal Ponto, que aqui enceta uma era de “freguesia em movimento”, sai à rua com o objectivo único de prestar serviço público, servindo os leitores de modo a ser-lhes útil na tomada de decisões quotidianas e favorecendo o seu contacto com a freguesia, a região e respectivas entidades.

O poder do jornalismo só tem efectiva legitimidade se não se confunde com nenhum outro, sendo certo que o trabalho jornalístico, tal como o trabalho artístico ou científico, constitui um fim em si mesmo. O Ponto não é, pois, o mensageiro de uma verdade instrumental com objectivos políticos, sociais, económicos ou culturais. Trata-se de um jornal com convicções, no entanto independentes do poder autárquico que o suporta. Assim, maior será a sua credibilidade junto dos concidadãos que serve. É, antes de mais, com os leitores que o Ponto assume um compromisso.

“Quando a Imprensa não fala é o povo que não fala. Não se cala a Imprensa; cala-se o povo”, disse-nos William Blake. O povo (leia-se fregueses) está pois convocado para fazer, cada vez mais, deste o seu jornal. São essenciais as críticas, as sugestões, as colaborações de todos para que o Ponto cresça a ponto de ser uma marca de orgulho e comunhão da freguesia.

Em nenhum caso o rigor da informação será sacrificado em face de outros critérios, numa concepção editorial que corresponde a uma dupla exigência, de qualidade e de diversidade, com áreas de informação e tempos de leitura diferenciados que abrangem, em doze páginas, todos os géneros jornalísticos – da entrevista à reportagem; da notícia à crónica.

Ao correr da tinta privilegia-se a divulgação dos valores – históricos, artísticos, desportivos, literários e científicos – da freguesia e ainda, quando tal se justifique, do concelho de Oeiras, incentivando-se iniciativas que visem discutir e aprofundar problemas locais e concelhios. No entanto, é incontornável a divulgação de actividades promovidas pelo executivo da Junta de Freguesia local, na óptica da utilidade e do interesse destas para o leitor.

Em virtude da periodicidade alargada do jornal, a componente noticiosa irá abordar incidentes relevantes do passado recente, mas inevitavelmente colocar os olhos no futuro, mantendo a publicação o mais actual possível, pois “Homero é novo esta manhã e talvez nada seja tão velho como o jornal de hoje” (Charles Péguy).

O Ponto pretende implantar uma cultura editorial exigente e atenta à inovação, de forma a não desiludir os leitores mais críticos, sempre com um fortíssimo sentido de responsabilidade social, sobre o qual se erguem os princípios sagrados da liberdade de Imprensa. Uma palavra final para a crença, a visão e a perseverança do presidente da Junta Paulo Freitas do Amaral. Sem ele o Ponto não existiria.

Anúncios

Sobre hugofsimoes

Jornalista
Esta entrada foi publicada em Notas Editoriais. ligação permanente.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s