Apresentação do Ponto

O jornal Ponto saiu à rua no dia 29 de Abril de 2010. A apresentação, conduzida pelo director Hugo Simões e pelo presidente da Junta de Freguesia de Cruz Quebrada-Dafundo, Paulo Freitas do Amaral, decorreu na sede da respectiva junta, pelas 18h30. Marcaram presença cerca de 40 pessoas, entre as quais a grande entrevistada Catalina Pestana, futura cronista, e o também cronista do Ponto Guilherme Filipe. Para o registo ficam algumas fotografias (com agradecimento especial a Ricardo Pinto) entre as muitas que ainda poderemos acrescentar e o comunicado de Imprensa emitido um dia antes.  

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Comunicado de Imprensa (PDF)

Lisboa, 28 de Abril de 2010

Freguesia de Cruz Quebrada-Dafundo tem novo jornal

O mais recente jornal gratuito português chama-se “Ponto” e é apresentado amanhã, dia 29 de Abril, às 18h30, na sede da Junta de Freguesia da Cruz Quebrada-Dafundo.

De carácter local, mas enquadrado no Município de Oeiras, nasce um jornal generalista, trimestral e gratuito, com tiragem inicial de cinco mil exemplares, destinado à população local. Segundo o director e jornalista Hugo Simões, “o Ponto sai à rua com o objectivo de prestar serviço público, servindo os leitores de modo a ser-lhes útil na tomada de decisões quotidianas e favorecendo o seu contacto com a freguesia e com a região”.

A concepção editorial conduz a áreas de informação e tempos de leitura diferenciados que abrangem, por ora em 12 páginas, todos os géneros jornalísticos – da entrevista à reportagem; da notícia à crónica. O mote, de serviço público e responsabilidade social, privilegia a divulgação dos valores – históricos, artísticos, desportivos, literários e científicos – da freguesia e ainda, quando tal se justifique, do concelho de Oeiras, incentivando-se iniciativas que visem discutir e aprofundar problemas locais e concelhios.

No entanto, é incontornável a divulgação de actividades promovidas pelo executivo da Junta de Freguesia local, na óptica da utilidade e do interesse destas para o leitor. Aliás, o incentivo foi dado pelo presidente da Junta Paulo Freitas do Amaral, que acredita assim contribuir “para uma comunidade melhor informada, transparente e participativa, com vista ao desenvolvimento individual e colectivo; económico e social”. Nesta edição inaugural do Ponto, ambos os responsáveis e co-fundadores versam sobre actuais questões que põem em rota de colisão o poder político e os média.

Para o director, “o Ponto não é o mensageiro de uma verdade instrumental com objectivos políticos, sociais, económicos ou culturais, tratando-se de um jornal com convicções, no entanto independentes do poder autárquico que o suporta”. E acrescenta: “Assim, maior será a sua credibilidade junto dos concidadãos que serve. É, antes de mais, com os leitores que o Ponto assume um compromisso.”

Segundo o jornalista, ”o Ponto pretende implantar uma cultura editorial exigente e atenta à inovação, de forma a não desiludir os leitores mais críticos, sempre com um fortíssimo sentido de responsabilidade social, sobre o qual se erguem os princípios sagrados da liberdade de Imprensa”. Em virtude da periodicidade alargada do jornal, a componente noticiosa irá abordar incidentes relevantes do passado recente, mas inevitavelmente colocar os olhos no futuro, mantendo a publicação o mais actual possível.

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